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Decoração

09 nov 2016

Como decorar um banheiro com muito pouco

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Quando digo pequeno é muiiito pequeno mesmo e se tem uma coisa que não gosto no apê são os banheiros. Porém, quebrar tudo e refazer não era mesmo a opção, então, com muito pouco e objetos bem simples dei um tapa no visu no meu banheirinho que ficou bem melhor que antes.

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Esta mudança não é nova, mas sempre vale à pena relembrar dicas simples e econômicas pra nossa decor de todo dia, né?

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Mas eu não vou te mostrar tudo aqui, não! Pra acompanhar tudo o que fiz, o que usei e as etapas da decoração do meu banheirinho, acompanha aqui nesta contribuição que fiz para o que querido A Casa Que A Minha Vó Queria. Beijo, gentes!

13 set 2016

A salinha mudou (e parede nova com tijolinhos!)

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A saudade é grande de passar por aqui mais de uma vez na semana como antes. Esse processo todo que envolve um post de um blog é uma delícia, mesmo demorado. Mas como tô há tempos falando por aqui, pelo Instagram, Fanpage, Newsletter, esses meses de maciota por aqui antecipam mudanças bem legais, podem confiar!

Mas enquanto isso, outras mudanças aqui pelo apê rolaram e eu tô há temmmpos pra te mostrar. Deixa só te lembrar de como as coisas acontecem. Antes mesmo de me formar como designer, era viciada em blogs de decor. O Brincando de Casinha, da Mari Mari <3 era um dos meus preferidos. E ainda é. Foi lá que apaixonei pela cor Berinjela Profundo e encuquei que queria essa cor na decor do nosso futuro apê. O mais certeiro e mais comum era pintar a parede e usar o sofá branco, na época bem novinho. Ficou a coisa marrrlinda no início. Mesmo a parede sendo difícil de pintar: seis demãos. Haja braço e sovaco com câimbra. Sério, já tive câimbra no sovaco devido aos movimentos repetitivos e viciantes de pinturas paredísticas. Também pintei o quadro (é, eu desenho desde pequena e pinto de vez em quando :D) e ficou assim:

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Eu, inspirada por Mari Mari <3 😀

Um apê próprio bem vazio, tudo aproveitado do outro alugado com móveis da minha época de estudante. Ai, que coisa gostosa relembrar… Massss (trilha de filme de drama) a parede começou a dar trabalho e ficar feiosa. Quando sujava, pra limpar era um horror e com dois gatos (que agora são três) pra sujar esta parede não era difícil. Depois de tentar limpar, ela sujar ainda mais, desbotar, descascar demos tchau ao sonho do Berinjela Profundo na decor. Por um tempo, confesso. Pensei que deveria transferir o berinjela da parede pra o sofá. Massss (volta a trilha) o sofá branco ainda servia, porque descartá-lo? Não precisava de outra reforma, então, segurei o fogo de ter algo berinjela e pensei uma alternativa temporária pra sala. Adiós, Berinjela. Mais câimbra no sovaco porque dei mais seis demãos de branco pra tirar a cor antiga.

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Defini a meia parede cinza como um truque de não deixar o sofá branco perdido no branco da parede. Já tinha começado a estudar design, tudo muito no início, mas o mesmo amor pela arrumação do cantinho. Meu e alheio.

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Aí, tadahh! Era a coisinha mais linda, confesso. Clean, colorida na medida certa, ajudava a clarear o ambiente. Fizemos molduras  das primeiras fotos de marido que saíram puuuodres e precisei pintá-las de amarelo. Comprei este lambe-lambe divo na antiga Leite.com que não funciona mais. Super lamentei, queria outros. Quem souber onde vende parecido, me avisa?? Pois bem, meu quadrinho diretamente da antiga lojinha da Aneenha, do A Casa Que A Minha Vó Queria assinado pelo J. Borges, ô coisa linda! Apitos que imitam sons dos passarinhos para as trilhas dos vídeos de marido e meu pôster woodstock garimpado na Benedito Calixto. Manta de crochê linda e colorida feita pela Marcinha da Temco, almofadas novas e só. Pronto. Ficou pronta a nova salinha.

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Joguei com o que tinha e investi quase nada pra essa parte ficar assim. Masss (Ai, a trilha de novo) ideias se adaptam o tempo todo, né? Então, sobe e flagra o sofá estragado? Tá, tudo bem, a foto não mostra tanto, mas estava bem nas últimas. Já tinha sido reformado três vezes e na última, recebeu um corino, um plástico que imita couro. A sujeira não saía mais, rasgado dos gatos até não poder mais, além de desconfortável pra duas pessoas. E quando uma delas trabalha com Cinema e precisa ficar um bom tempo vendo/analisando filmes? Pobre de marido saia todo amassado e torto. E depois de cinco anos, adiós sofá branco. Foi novamente reformado e doado pra um lar menorzinho onde foi muito bem acolhido. Sendo assim, concretizei a ideia: o berinjela ia voltar, tcharannn! Pra um sofá. Rodamos semanas atrás de um com preço justo. Não valia à pena investir em algo super caro tendo três gatos em casa. Mas precisava ser bom, reforçado, espaçoso e roxo. Ah e fofão. Adoro sofá fofão. O único modelo encontrado não me agradou, mas compramos e claro, logo sofreu alterações. Novas almofadas pro encosto, por exemplo. O assento retrátil garantiria mais conforto também e espaço, mesmo sabendo que seria grande pra sala, mas não atrapalharia a circulação. Enfim, sofá berinjela!
Mas a parede não estava em harmonia. A parede simplesmente desapareceu em meio a cor do sofá, ao tamanho dele. Novos quadros, plantas e outras miudezas das nossas viagens chegaram e estavam só esperando a sua hora de briliarrrr. Sendo assim, separamos uma grana pra um desejo antigo: tijolinhos na parede. Gente, eu sou apaixonada. Sugiro sempre nos projetos dos clientes e claro, quando mudar pra nossa casinha, eles vão aparecer mais vezes. Traz aconchego, remete às casas, rusticidade que pode não pesar se bem equilibrado… ai, adoro. Então, pegamos os tijolinhos. Escolhi os mais queimadinhos, aqueles do fundo do forno.

 

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O rodapé foi retirado. E como os tijolinhos são em plaquetas, mais finos, muitos são tortos, com barriga e foram descartados. Além, claro, de aparados. E cortar plaqueta de tijolo é coisa do cão, gente. Haja pó! Sobrou pro banheiro social ser palco dos cortes.

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Agora estava tudo certo. Sofá berinjela, parede de tijolinhos queimados e tadahhh! Nossa nova sala do jeito que era pra ser <3

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Ficou “quentinha”, me sinto numa casa, sério. Sofá rechonchudo, paredes com novas memórias e muito amor pra garrar 😀

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Na parede quadros antigos e outras coisinhas novas: o quadro de mandala em azulejo, presente de um amigo querido, o artista plástico Chico Salles. As três canoinhas feitas por índios da tribo Sateré-Mawé do Amazonas, em madeira Mulungu. Tão leve que parece cortiça é esculpida ainda verde. Sapatinhos de Amsterdam, plaquinha com nossas iniciais em azulejo de Barcelona e a nova moradora, minha Columéia batom. Ainda estamos nos conhecendo, ela é um tanto sensível e ainda está se adaptando. Mas vem recebendo muito carinho e cuidado pra continuar bem linda. Tive uma ajuda e tanto com a Oficina online de jardinagem Amanda Mol, lembra? E tudo foi colocado mais acima, um pouco mais perto do teto pra equilibrar mais as proporções, já que o sofá é maior.

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A manta entra de vez em quando agora, principalmente quando a janela está aberta, pra proteger o sofá do sol e claridade que ajudam a desbotar a cor. As almofadas que ainda duram, mais novas, continuam por ali também quando a gente quer. No final da tarde, bate uma luz amarela linda e a salinha fica a coisa mais incrível com esses novos tons.

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Com manta jogada.

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Sem manta jogada e janela fechada.

Uma dica além dessa de proteger sofás escuros da claridade é para paredes com tijolinhos. Prefira sempre usar pregos entre os encontros das plaquetas, tá bom? Porque o prego trinca o tijolo se usado no meio dele, quebra na verdade. Mesmo não ficando 100% linear é melhor pendurar as coisas assim, penso eu. Se não tiver jeito, usa a furadeira com broca fina pra parede, caso precise fixar algo muito pesado. Por mais que tenha cara de grosseiro e resistente, o tijolinho mais queimado é fácil de se desfazer.

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O sofá é em camurça. Dá mais trabalho pra limpar? Sem dúvida. Os bbs bichanos o fazem de cama? Sem dúvida. E recebem sprayzada de água quando pensam em afiar a unha nele? Sem dúvida. Ele ainda segue resistindo. Além do spray de água no focinho pra espantar o trio, aparo as pontinhas das unhas (mas não por maldade, tá? Por recomendação da vet deles, já que um deles já machucou o olho depois de limpá-lo com a patinha e quase causou uma úlcera) Ah e os pelos saem fácil com luva de borracha pra limpeza que venha com aderência na palma.

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E é isso, minha gente. Vai ficar assim por um bom tempo, quem sabe pequenas mudanças (quero pintar o suporte de planta de cobre) e mais lembranças, trocando quadros por outros… E o sofá, claro, só muda quando precisar ser reformado. Quem sabe roxo ainda ou outra cor… Bora se permitir, né? Plisss, evitemos regras, tendências, cartilhas de estilo… Apenas um bom senso e algumas regras pra nossa segurança. Mas decor não pode vir com manual. Antes de tudo é afeto, reunião de afetos. E o lar, como sempre falo é união de memórias e construção de muitas delas. Aí na parede há lugares e pessoas queridas, experiências únicas, inesquecíveis e muitas outras ainda virão. Um lar é vivo. Muda com a gente. Meu beijo!

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E aí? Bora trocar uma ideia por aqui? Bora fazer na tua casa também? Êêêê bora!

11 abr 2016

Home Tour: Um apê clean em Taiwan

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Aiiii que saudade tenho sentido daqui, gente… Já voltei. Já voltei lá da rua, do meio fio onde estava sentada chorando 😀 Fico na maior agonia em deixar o blog tão parado como nos últimos meses. Mas se tá comigo nas redes (Instagram, Fanpage e Newsletter) há de saber que sigo trabalhando em meu negócio criativo depois que concluí o meu curso de coaching e empreendedorismo criativo, o DECOLA! LAB. Já falo dele por aqui por ele me ajudou a entender um monte de coisa que andava solta na cabeça e precisava de conexões. E te digo, criar um negócio a duas mãos não é fácil, não mesmo. Ô! Além disso, tenho projetos de cliente pra dar conta, afinal, como designer de interiores o que mais quero é criar lares por aí. Mas quando meu negócio for ao mundo, o que espero que seja no segundo semestre, prometo que o blog vai ganhar muito e muitas coisas boas! Ah, também tô mudando algumas coisas no apê: cozinha, sala, até o ateliê. Mas como o volume de trabalho tá enorme, os tutoriais vão saindo bem devagar, tá bom? Mas não deixa de passar aqui sempre que puder!

Antes de te mostrar o que rola aqui em casa, bora espiar esse apê lindo em Taiwan! Ele pertence a uma professora descrita como positiva e cheia de energia. O conceito clean foi a base do projeto. E a esquema de cores foi a alma. Elas, as cores, inspiradas nos tons pastéis dos famosos Macarons franceses. Procura pela Ladurée no Google, marca bem conhecida pela produções açucaradas e você vai ver os tons lindos e suaves dos doces. Vamos começar pela sala, ó que lindeza!

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Base bem neutra em branco, com azul e rosa suave. Madeira clara nos pisos e em parte dos móveis. Estes, de pouco volume, observem, em linhas mais retas. Tem o clean, tem o retrô (mesinha em pé palito) e também tem pitadas de clássico aí com os “boiseries” no teto. Boiserie (ou “boáserrí”) são originários da França do século XVI, XVII mais ou menos. São painéis em madeira aplicados na paredes e mais tarde, nos tetos. Já mostrei alguns por aqui diretamente da fonte quando visitei o Museu Carnavalet e contei lá na coluna que assino no A Casa Que A Minha Vó Queria, lembram? Então, depois os painéis foram evoluindo pra gesso e com menos detalhes, assim como estes do teto que foram pintados de azul do mesmo tom da parede.

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Morri de amor por essa luminária <3

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A sala divide espaço com a cozinha que têm tantos outros detalhes linnndos! A marcenaria planejada ficou toda em branco, me parecendo acabamento em laca branca. Acima da bancada um azul bem clarinho. Na parede oposta um “calor” no clima mais clean por meio desta estante maravilhosa de canos pintandos de amarelo! Ideia simples, despojada feita com lâminas de madeira tipo Pinus. E a mesa de almoço com pezinhos torneados e coloridos também em tom quente. Brilhos nos lustres e mais um espaço encantador deste apê.

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Nem preciso dizer meu amor pelas cadeiras Eames e por plantas trepadeiras, hein?

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Bora pro quarto? Passando por aqui pra chegar até ele… Tijolinhos pintados de rosa, móvel de canto que também serve pra armazenamento e armário pra roupa laqueado em outro tom de azul.

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No cômodo, também clean, outro painel atrás da cama. Inspiração vinda de novo da França, os “Lambris” que claro, foram ganhando novas interpretações ao longo dos anos. Luminárias lindas substituem os abajures com base.

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Pra finalizar, um outro cômodo com um closet bem confortável. Marcenaria clarinha e reta contrasta com o lustre clássico, mas também discreto, por ser todo translúcido. Esse projeto lindo e fotos são do escritório americano Home Design Studio. Não sei te dizer a área do lugar, porque a planta disponibilizada está em chinês, aí…. lascou-se 😀 Mas não é tão grande. A discrição nas cores e móveis é mesmo uma opção ótima pra deixar espaços menores mais confortáveis. Quem gostou levanta a mão! E deixa comentário por aqui pra gente sempre trocar aquela ideia marota sobre nosso vício de espiar lares alheios e bem decorados. Um beijo, gente!

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30 mar 2016

Como pintar um telefone antigo

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Não. Não. Eu não quero. Eu não qu… ok, mas eu vou. Vou dar razão pra minha irmã. Quem tem irmã mais velha sabe como elas/eles fazem vários “agrados” com a gente, né. É apelido aqui, outro ali… E minha irmã adora me chamar de anta. Tadinho do animal, todo lindo, nem merece isso. Mas ó, eu fui mesmo a maior cabeça de vento. Só essa semana topei com estas fotos de quase cinco, cinco anos atrás. Tô trocando de computador, daí é backup aqui, backup acolá e toinn! Encontrei essa pasta. Nem pensava em blog, mas seguia por aqui em off fazendo minhas artes desde sempre. E justamente por esta falta de compromisso, vai faltar foto desse processo, mas eu te digo como pintei meu telefone antigo <3

Ganhei da família do meu pai que tá em Sampa. Eles tinham este Ericsson oitentão funcionando perfeitamente, mas não usava o bichinho. Nesta época, há quase cinco anos, pai e mãe estavam por lá cuidando da saúde do velho Mota (Meu pai já teve um câncer :/) Mas tudo bom, tudo bem, eis que o telefone chega aqui em casa e quase mooorrro de amor! E claro, ele ia cair na tinta.

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Não lembro exatamente, mas já tinha um restinho desse esmalte sintético. E não adianta, tentei lembrar o nome específico desse azul e não consegui. Mas então, vou puxar da memória o que eu fiz. Desmontei o telefone quase todo pra poder limpar alguns cantinhos. Primeiro com um pano úmido com sabão neutro e depois, um algodão com um pouquinho de álcool.

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Ah e pincel pra tirar a poeira de aaaanos encostado.

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Depois daí, lembro que apliquei com rolinho de espuma, um primer pra metais e plástico. Super baratinho e comprei em papelaria mesmo, recordo. Algumas marcas vendem 7 em 1, tipo, um produto pra sete aplicações em superfícies diferentes, desde cerâmica à resina. Então, apliquei nele todinho. E em algumas partes, com pincel. Ia alternando, lembro bem, porque o rolinho vai tirando os desenhos que o pincel faz e eu queria a superfície mais lisa possível.

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O primer fica parecendo uma camada de plástico mesmo, então nem deu pra lixar pra ter um acabamento bem lisinho. Lembro que vi esta dica em um blog de costura bem fofo, mas não lembro mais de quem era, tem tempo… A menina tinha pintado de vermelho e tinha ficado lindo. Mas o que me agoniava era mesmo a marca de pincel/rolinho. Mesmo assim, fiz a primeira camada.

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Depois daí não teve mais fotos. Eu sei, eu sei, vacilona eu… Mas seguinte: depois de dar a primeira camada de tinta, levei a lata ainda suja de tinta pra Seu Carlos, parceiro do laqueamento de móveis. Ele fez a mesma cor, mas com outra base, já que pra laquear móveis e objetos a base é outra: Laca, tinta automotiva ou P.U (base de poliuretano). Como já havia feito uma base espessa na peça, ele disse que não teria problema aplicar por cima e não teve mesmo! Protegi as partes que não seriam pintadas com fita adesiva e Seu Carlos aplicou mais duas demãos pra mim no telefone. Ficou tooodo bonitinho.

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Isso de levar o telefone até ele foi só porque quis reaproveitar o restinho da tinta que tinha aqui pra fazer a base. Se o telefone chegasse hoje aqui na minha mão, já teria pintado diretamente com tinta em spray, sabe? Faria a base com tinta branca primeiro, depois viria com a tinta em spray da cor que escolhesse e pra finalizar, uma camadinha de leve de verniz também em spray. Mais prático, rápido e acabamento lisinho. Outra opção é pra quem já tem o compressor em casa e já se aventura pela pintura. Por enquanto este item-sonho vai ficar distante deste apê pequeno e sem varanda onde moro. Pera… seguraê… vou ali fora sentar no meio fio e chorarrrr 😀 Ainda tenho um espaço pra eu tocar o terror, sério.

No fim das contas, com poucas fotos e projeto de aaanos atrás, o telefone tá lindão ainda, funcionando super bem. De lá pra cá só passou por um revisão e segue firme por aqui, adoro demais! Bj, gente!

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04 mar 2016

20 ideias com cortiça

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Garrei amor por ela desde que fiz meu primeiro tutorial aqui no blog há quase três anos. Sem dúvida alguma, a cortiça é um material pra lá de adaptável, democrático. A cortiça vem da casca de uma árvore, a Sobreiro e ela não precisa ser derrubada para fazer o descasque. A produção se concentra em grande maioria na Europa. Leve, a cortiça tem um alto poder isolante por conta de substâncias compostas por lipídios, que é gorduroso e seu uso é mesmo muito variado. Em vários setores da indústria, como na produção de carros, instrumentos musicais, insolemanteos pra obras até manualidades diversas.

Tanto em folhas quanto em rolhas, a cortiça não é dos materiais mais caros e é boa pra manusear. Não é difícil não, nem dura. Com tantas qualidades, reuni algumas das centenas de opções que a gente encontra por aí com este material. As folhas podem ser encontradas em papelarias ou lojas de artigos pra festas. Maleáveis, podem ser fixadas com cola quente, a minha maneira preferida. Podem também receber tinta, verniz em spray e estamparia quente. É ou não é versátil? Então, bora lá!

 

PAREDE MURAL COMPLETA

Mas um mural toodo mesmo. A ideia passou por aí, por inúmeras redes sociais e é adorável! Além de ser muito, muio útil. Neste caso, a cola tipo “sapateiro” é bem indicada caso queira uma aplicação bem certinha ou então pregar as folhas com prego com cabeça chata e grande.

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Fonte Coco Lapine Design

MURAL

Se prefere algo mais discreto, um mural com a folha de cortiça recortada é uma ótima escolha. E pode ser fixada com fita adesiva dupla face, dessas que aguentam mais peso. Ou então, aplicada diretamente numa folha fininha de madeira recortada na mesma forma da cortiça como neste caso que ainda teve a lateral da madeira pintada.

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Fonte Fellow Fellow

REVESTIMENTOS 

Em pecinhas pequenas cai super bem. Vira um muralzinho miúdo, mas bem útil e ainda ecologicamente correto, porque aproveita as latas de alumínio ou outro tipo de embalagem, como neste exemplo. Pra colar, basta usar cola quente.

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Fonte Design Sponge

CACHEPÔS

Tanto para plantas com no exemplo acima, quanto pra guardar trecos diversos, a gente pode criar diretamente com a folha da cortiça já que ela, mesmo sendo maleável é firme o suficiente pra sustentar a forma.

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Fonte Paper Stich Blog

PORTA-COPOS

Os porta-copos ou coasters são dessas ideias bem conhecidas e utilizadas. Aí um exemplo do primeiro tutorial que fiz com este material aqui no blog. Em um conjunto, pintei os círculos que recortei da folha e em outro, apliquei pecinhas de metal que ganhei. Pra ver todo este PAP, clica aqui?

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Fonte Ateliê Casa de Maria

PORTA-PANELA

Ahh as rolhas são mesmo um xodó e de possibilidades infinitas! Pra quem vai guardando depois de biritas uns vinhos ou então que já compra as rolhas diretamente em feiras ou casas de artesanato, haja ideia massa pra fazer com elas. Aqui um exemplo fácil: envolver algumas rolhas com braçadeira pra virarem porta-panela.

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Fonte Design Sponge

Se não tiver braçadeira, apenas colar com cola extra-forte é outra opção.

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Fonte CraftyNest

FECHO

Com apenas um corte fininho, a rolha de cortiça vira um fecho pra sacos de mantimentos e outras miudezas.

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Fonte My Useful Ideas

IMÃS

Os famosos imãs de geladeira estilo cachepô para suculentas são mesmo uma graça! Embora pense que as plantinhas merecem um lugar maior, tá aí uma ideia fofinha pra usar as rolhas.

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Fonte UpCycleThat

PAINÉIS PORTA-RECADOS

Ah que amo esta opção para rolhas. Principalmente porque sou a psico das listinhas, dos post-it e colas pela casa. Uma escolha é aplicar as rolhas inteiras em um recorte de Mdf da forma que escolher. Vi este coração e claro que resolvi compartilhar, é a minha forma preferida!

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Fonte Lulu’s Blog

Ou então este modelinho aqui que fiz há pouco tempo, antes de sair de férias, lembram? Uma moldura de quadro pintada, rolhas cortadas pela metade e coladas com cola extra forte no desenho “espinha de peixe”. Se quiser rever tudinho, clica aqui, blz?

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Fonte Ateliê Casa de Maria

Um dica importante: pra cortar rolhas de cortiça com facilidade, basta “ferver” as peças desta forma da foto. O vapor vai amolecer as rolhas e com um estilete afiado, o corte sai preciso.

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Fonte Portal do Artesanato

TAPETE

Mais uma ideia pra aproveitar as rolhas que foram guardadas ao longo dos tempos. Cortadas pela metade e aplicadas em um tapete de borracha, deram outra cara pra o banheiro.

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Fonte CraftyNest

APLICAÇÃO EM MÓVEIS

A cadeira ficou inusitada e criativa com as rolhas no assento.

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Fonte SnappyPixels

CARRETEL

Pra sobra de linha então… Ô ideia boa, hein? Um corte meio diagonal na borda e pronto.

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Fonte Adicted Diy

CARIMBO

Já bem conhecida, a ideia de fazer carimbos diretamente nas rolhas também pode ser substituída com um recorte da forma escolhida num pedacinho de E.V.A e depois colada na rolha.

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Fonte This Heart of my Blog

ALFINETEIRO

Aiii, mó gracinha, né? E dar carinha pra rolha também é um ótimo trabalho pra fazer com a criançada.

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Fonte 4 Blog

BONEQUINHOS

Ainn zennnti, esse eu resolvi colocar por pura fofura mesmo, porque não sou das que sabem fazer crochê/tricot, mas ó que legal pra brincar com os pequenos e até colecionar? Imaginação e criatividade em alta.

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Fonte Reclyart

LACRE PARA FIOS

Ahhh sensacional essa ideia, né? Só é fazer dois furinhos em cada rolha, passar um elástico mais grosso e pronto!

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Fonte JheKimSixFix

PORTA-COPOS

Se há a opção com as folhas de cortiça, com as rolhas também há. Basta cortar pela metade, colar em um fundo de madeira fininho ou então papel paraná e emolduras. As moldurinhas em gesso (que podem ser pintadas) ficam lindas.

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Fonte Newnist

IDENTIFICADOR

Aqui uma ideia pra jardim, mas pensei que até em festas aproveitar as rolhas assim, como identificador é uma boa. Só é furar, encaixar o palitinho, escrever e só.

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Fonte Recycleart

CACHEPÔS

Mais uma opção com cortiça em forma de rolhas. As rolhas podem revestir uma peça ou então a nós mesmos podemos criar a forma desejada.

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Fonte Design Improvised

E aí? Se animaram pra botar a mão na cortiça? Se sim, me conta aqui! Adoro as redes, mas nada substitui um bom papo pelo blog que adora comentários! Um beijo, gente e até djá!