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Costurices

06 nov 2014

Como fazer uma faixinha turbante

Eu adoro acessórios. De cabelo, de braço, de dedo, de orelha.. Os de cabelo tenho vários e quando tinha cabelo de cuia (porque eu já tive) abusava. Mas não sei porque sinto dor. Não sei se a cabeça é grande pro acessório, se ele tá com alguma onda errada e aperta mais dali, daqui..enfim, mesmo assim eu uso. Quando eu tiver perto de pirar eu tiro 😀 Mentira. Assim também não, né?

Adoro os lencinhos, faixinhas e tiaras. Os turbantes são lindos e ainda esconde se a cabeleira tiver suja 😀 Mas eu queria algo mais prático, que não precisasse fazer amarrações. Porque toda vez que amarro lenço nele, perco uma peruca. Amarro errado, faço nó aqui e acolá, arranco cabelo e saio tooda Edward Mão de Tesoura, com cabelo picotado pelo chão.

Aproveitando as sobras de tecido que tenho, resolvi fazer um. Os turbantes geralmente são feitos com malha ou em outro tecido mais elástico. Não tenho nem um nem outro, então, bolei este com as faixinhas com elástico e deu certo!

Eu cortei quatro tiras de 35cm de comprimento, por cerca de 7cm de largura mais ou menos. Essas medidas é você que escolhe, afinal, a cabeça é sua 😀 Eu fiz mais folgadinha. Cortei as tiras e costurei as laterais.

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As quatro viraram duas. Desviradas, fiz uma cruz pra poder fazer o modelo turbante.

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Ela fica com a cara estranha, o tecido é encorpado, mas depois que a gente prega as laterais e junta tudo com alfinete, o turbante começa a nascer.

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Um pedaço de elástico é que dá o tom da coisa. Eu preguei este aí, assim mesmo, pra poder ficar duas tiras de elástico e não apenas uma.

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O que fiz em seguida só foi acertar as pontas com a tesoura de picote pra evitar desfiar e envolvi as pontas do elástico com tecido. Dei um “abraço” no elástico e passei e costura.

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Mais fácil que isso, só dois disso!

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E olha o detalhe do elástico, ficam duas voltas:

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Esse projetinho dá pra fazer à mão, caso você não tenha máquina de costura. Basta costurar com calma dando pontinhos bem juntos, beleza?

Bjbj!

22 out 2014

Como fazer um Kimono

Eu chamava meu bichinho, surrado, de tudo, menos de Kimono. Há uns dez anos comprei o meu primeiro, de malha, um tom meio borgonha, sabe? Ele era comprido e com as pontas na frente maiores. Adorava esta peça, era curinga pra quem sempre apostava mais no básico como eu. Mas só agora, que olho e vejo estas peças em várias vitrines que soube que kimono era kimono e confirmo que a moda é mesmo cíclica, né? Nunca fui muito de segui-la e quando não há opção, tento adaptar pra o que gosto. Com o kimono fiz o mesmo.

Desde que a peça volto à tona, só achei uma com estampa Liberty em fundo preto que ganhou me coração. Vejo um tanto de franja que me cansa e já imaginou eu brincando com meus bichanos? Sairia com gato pendurado pra lá e pra cá. Daí resolvi fazer o meu. Tem uma enxurrada de tutoriais na net pra te dar vários modelos. Mas resolvi fazer um simples, super simples aliás, em Musseline, este tecido fininho, meio transparente mas onde encontro estampas bem legais. É preciso ter máquina, néamm.. Mas se não tiver, senta com aquela amiga que tem, passa uma tarde se divertindo, comendo e costurando com ela! Ahh e o preço? Aqui o metro do Musseline sai entre R$ 10,00 e 13,70. Com apenas um metro dá pra fazer o kimono. Bora lá?

Dobrei o tecido todo ao meio duas vezes: primeiro na horizontal e depois na vertical:

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Daí passei as medidas a partir do meu corpo. Como soube isso? É que já fiz alguns meses de corte e costura, daí tenho o molde e medidas do meu corpo, tudo em partes e isso facilita muito. Mas se você não tiver, pode medir só com uma fita métrica mesmo que resolve. A largura do ombro mesmo é bem importante. Com o tecido dobrado, medi 45cm no ombro e marquei 8cm na gola, aí onde tá o giz verdinho, tá vendo? Então, nesta parte, você só vai cortar os 8 cm no quadrado da frente, justamente a frente do kimono, beleza?

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Aí depois de cortada, a frente. Já aproveita pra costurar e fazer uma barrinha fina por todo o kimono.

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E o fundo. Aí é só pregar a frente, ao avesso, onde tem a linha ó:

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E prontcheenho!

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Lembra dos 8cm tirados com o tecido dobrado? É pra golinha ficar assim:

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Então tá aí. Em menos de uma horinha fiz o meu, leve e light pra encarar essa verão primavera beeem comportadinha aqui na Baêa! Faz o teu e me mostra? Bjbj!

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08 out 2014

E como vai a Lojinha?

…vai bem, minha gente, obrigada! Em pouco mais de um mês sentei aqui pra trocar uma ideia sobre esta experiência. E confesso, tenho gostado muito!

Quando pensei na lojinha, pensei em uma forma de reunir o que gosto de fazer: costuras, decor, peças em madeira, mimos, miudezas. Não dava pra ser tudo de vez, eu sabia e logo desisti. Se fosse esperar ter todos o produtos que pensei, a Lojinha Casa de Maria iria ao ar daqui a um ano e olhe lá. Queria compartilhar o que já fazia, o que pensava, o que tinha significado pra mim, o que amo.

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Antes achava cedo demais.  Pensava que tava sendo precipitada ou sem noção em lançar uma lojinha, com tão pouco tempo de blog. E nem imaginava os desafios que me esperava. Mas o que eu tava esperando? A coragem aparecer, só isso. Com ela em mãos e no peito, parti pro trabalho. Fiquei por quase dois meses aprendendo só, por meio de tutorais na net, a editar imagens, trabalhar com o Photoshop e criar o que a plataforma da loja pedia. Eram ajustes infinitos de pixels, ó gódi. Depois daí, foi a hora de entrar na parte burocrática e técnica, aquelas com as quais não tenho nenhuma afinidade. Era a hora de checar Correios, pagar registros, taxas ali e acolá, configurações aqui e cá. Até com um tal de Token me deparei e pedi arrego 😀 Mas pude contar com amigas queridas que já possuíam lojinha virtual e que rapidamente me socorria. São inúmeras as etapas e por muitas vezes pensei em desistir. E as dificuldades em resolver cada problema apresentado em uma cidade pequena era enorme. Aí era como se fosse o recomeço. Precisava parar, mudar a rota, sem ninguém pra te dar o caminho das pedras por aqui. Te digo, bicho é punk!. Foram semanas e semanas só nisso. Muita gente nem imagina.  Depois de semanas cadastrando produtos, fotografando da melhor forma que encontrei, checando Correios, formas de envio, taxas e taxas, correndo doida atrás de embalagens, saquinhos, etiquetas, fitas e fru frus era o dia de lançar.

Coloquei no ar e aí começou mais um desafio. Trabalhar diretamente com o cliente. Tenho lidado com gente tão bacana, que pensa o mesmo que eu sobre o trabalho manual, que valoriza-o, que faz daquela pecinha que você cria ou compra algo único. E sou grata, muito grata a todo mundo. Mas também nem tudo são gérberas rosas e viçosas. Há quem perca o tempo apontando e julgando o que você faz. Mas eu entendo, devem ganhar dinheiro com isso, só pode. O que sei é que envio toda semana minhas caixinhas entupidas de amor pelo que faço. Se elas vão pra longe, vão assim, gritando: ” Plisss, sou frágil!!” Afinal, há peças em resina, gesso ou cerâmica. Se vão pra perto, um pacotinho como antigamente. Além disso, vão com um recado de agradecimento na embalagem.

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Vão também com meu bilhetinho escrito à mão e carimbado com um coração que virou minha tatuagem. É amor, é carinho é um pouco disso em mim, é uma etapa onde me sinto plena e feliz. E quando recebo uma foto de volta, de alguém mostrando a pecinha ou mesmo uma mensagem ou qualquer outra forma de reconhecimento, só falto pular de alegria!

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Também entendi que a inspiração é um troço lindo e alia-se ferozmente com a criatividade. Quanto mais você pensa com e nas duas, mais você age, pratica, bota pra fazer. É um sistema incansável, que faz minha cabeça doer e por vezes me frustra, porque ainda não tenho tempo nem grana pra realizar tudo que penso pra Lojinha. Mas tudo tem a sua hora. A rotina tá punk, cheia de trabalho. São dias e dias de pé às 7h e deitada às 1h, 2h da manhã. E por muitas vezes desejo que esses dias ainda me sobrem mais horas pra poder fazer mais, pra não sentir sono, nem fome, nem dor na coluna e eu continuar trabalhando.

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Os amigos generosos entendem, aceitam, dão é força pra continuar, não cobram, nem fazem birra se demoro a responder as mensagens. Os que entendem que este é um desafio mais que querido por mim, é uma nova etapa a que me propus, é por ela que larguei o que fazia, é por esta vida que tenho construído, que não é fácil, que isso é emprego, é trabalho, não é hobby ou só diversão. Estes me apoiam, compartilham, admiram, divulgam o blog, a lojinha e a estes só agradeço, imensamente. Obrigada, meu querid@s!  A eles, a vocês que estão por aqui lendo, comentando, compartilhando, gostando da Lojinha Casa de Maria, levando pra casa qualquer criação minha, um mundo de gratidão é o que mando pra vocês!

Tá tudo no início, é preciso melhorar muita coisa, evoluir, mas tenham a certeza que tudo é feito e vai continuar sendo feito com carinho, dedicação. Pois quando nada disso existir, é preciso partir pra outra. Perde o sentido, né não? Então, que a Lojinha, o blog e os tantos outros projetinhos que penso sejam carregados com boas vibrações e amor, que isso chegue até você. Porque só assim é que funciono.

Um beijo enorme, pessouall!

 

 

18 ago 2014

Chegou! A lojinha tá no ar!

Minhas azamigues não aguentavam mais o verbo “ir” conjugado no presente do indicativo: Vou lançar a lujinha, vou organizar, vou fazer.. Eis que hoje ela tá no ar. Até que fim, minha gentchy!

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Montei a lojinha virtual Casa de Maria pra reunir o que faço e o que tenho pensado em desenvolver desde que montei o blog. Claro, que dentro das minhas possibilidades, limitações, tanto financeiras quanto geográficas. Como já falei aqui, foram cerca de quatro anos só pensando em um dia ter meu espaço virtual. O que nunca passou pela minha cabeça durante este tempo era trabalhar inteiramente nisso, aliando novos estudos e perspectivas. Há quase 9 meses terminei o curso de design de interiores, depois de ficar 8 anos no telejornalismo baiano e montei o blog. Foi tudo de vez, junto e misturado. Montei meu ateliê-escritório em casa quando lancei o blog, quando terminei o curso e quando saí da Tevê. Pá pum. Tenho mania de pensar muito, até demais antes de decisões, mudanças grandes e importantes como essas dos últimos anos. Mas quando a decisão é tomada é difícil querer voltar e me imaginar fazendo o que fazia antes. Desde então tenho vivido mergulhada neste novo universo com muitos aprendizados.

Quando vejo tanta gente depois de algum tempo blogando pra só depois investir numa lojinha virtual ou física, eu me acho super sem noção por fazer isso relativamente rápido. Mas cansei de pensar e só imaginar como isto seria. Quis botar na prática. Olhei tudo que juntei durante os anos e perguntei porque não, se já tá tem coisa só esperando a mão na massa? A máquina tá aqui, a estante cheia de tecido, a cabeçona continua inspirada, então não quis mais esperar.

Pra quem não sabia, a lojinha na verdade já existia em outra plataforma, com apenas dois tipos de produtinhos que costurava quando comecei a participar de bazares antes do blog. E é sobre isso que venho pensando quando comecei, sozinha, a montá-la. É que pra muita gente você só existe depois de uma rede social específica. Se posto uma foto das almofadas ou dos divinos no Insta é como se isso existisse só a partir dali. Não minha gente, ainda bem que não. Assim como eu, muitas crafters desde muito tempo já faziam trabalhos manuais e desenvolveram seu jeito particular de fazer suas coisinhas, seus produtos, já participavam de eventos e muitas, como eu, já comercializavam o que produziam. Esta janela virtual para muitas só surgem depois de tudo isso, afinal, quem vai mostrar o que não tem, o que não sabe fazer?

 

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Meus primeiros bazares há quatro anos <3

 

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A marquinha era toda rosa e marrom. Tudo bem diferente.

A lojinha chega em meio a isso tudo na humilde, montada por mim, com a ajuda do meu amigo programador do blog, dos inúmeros tutoriais de Photoshop 😀 e das diversas perguntas feitas às queridas amigas já experientes. Aos poucos novos produtos estão chegando. Espero mesmo que vocês gostem e que me ajudem a deixá-la ainda melhor com sugestões, conversas, ideias e tudo mais de bom <3

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Os planos são estes nesta nova etapa, o de seguir com o blog escrevendo o que gosto, compartilhando o que aprendo ou descubro e espero ter sempre coisa boa pra contar. Sei que sou uma caloura nesta nova vida e preciso correr muito trecho ainda. Tô numa região com pouca tradição em blogs deste estilo, as dificuldades são grandes, muitas vezes enormes, sei que o blog anda devagarinho, mesmo eu pensando acelerado. Mas a rotina trata de te dizer o que deve ser feito e na hora melhor pra ser feito. Então, posto o que amo, quem amo na melhor hora que posso e assim como quando era repórter de rua, faço questão de trazer algo que considero bom e tento fazer da melhor forma. Não dá pra sentar e postar qualquer coisa só pra ter volume, então, tenha certeza que quando um post vai ao ar teve muito carinho e zelo envolvidos, mesmo ele chegando devagar. Sigo agora com a lojinha criando e me inspirando pra criar ainda mais.

 

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Eu não poderia terminar este post sem agradecer a pessoas que me ajudaram muito e ainda me ajudam nesta nova fase: a dona das banquetas mais lindas dessa net: minha Amora querida. Sem ela tanta coisa seria pior, sem graça e sem amor! A dona das coisinhas mais fofas e singelas da rede: Zi querida, meu abraço apertado, um beijo enorme e obrigada por tanta generosidade! A dona das costuras tão bem acabadas e delicadas do mundo virtual: Marcinha, um beijo carinhoso, meu bem, obrigada pelo apoio! A dona dos acessórios lindos de quem sou fã: Vivi Higa japa linda, obrigada  por tantos esclarecimentos, um beijão grandão! E a dona dos produtos de decor mais delis de todos, mãe dos pioios mais fofis da net: Aneenha, quanto carinho tenho por ti, obrigada! A vocês queridos e queridas que eu conheci por este meio. Yarinha, Tici e as demais vizinhas queridas que sempre passam por aqui, meu muito, muito obrigada! Para quem quiser chegar junto, as portas tão sempre abertas! Me faz uma visitinha!

Clica aqui! www.lojinhacasademaria.com.br e pra novidades, besteiras e afins, chega aqui Fanpage e aqui também Instagram @ateliecasademaria

Um bjbj!

 

 

 

 

15 maio 2014

Bazar Ógente – Apertos e carinhos

Aí  tô eu chegando ao Bazar Ógente, descendo a rampinha pra entrar e dou de cara com um tanto de cor, combinações super criativas, material diferenciado e uma menina super estilosa, de olhos pequenos e cheios de brilho. Era a Pri, da A Sacoleira. Conheci a Pri lendo a Ju Padilha e parei por tempos em todas as redes dela. Fiquei olhando toda a autenticidade do trabalho. Toda criatividade que é transformar algo tão simples como o plástico usado em sacolas de feira com tecidos e grelôs em sacolas, bolsas e necessaires. As fontes de inspiração são inúmeras e estão bem perto, no popular, na feira, da religiosidade, nos materiais inusitados como além da sacola de feira, toalha de mesa e tapete de cozinha. A estética te surpreende, o que é melhor.

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E a etiqueta bordada em feltro? Cara, muito, mas muito linda. Original, brasileiro, vibrante. Pura arte. Pude me aproximar mais da Pri e vi quão sensível e cheia de bom humor ela é. Ria muito com várias colocações dela. Pior que ela falava com cara séria, o que me fazia sorrir mais ainda. Garanti uma pecinha da Pri e um aperto, pois não sou besta 😀 Um beijão, Pri, já com saudades!

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Quando virei à esquerda, ó quem já tava lá arrumando as banquetas, luzes pelo chão, uma verdadeira instalação artística dentro do evento? Amorinha querida! Nem preciso mais apresentar esta minha amiga, né? Tem um post só sobre nosso encontro e quão amiga ela é pra mim <3 A Ju Amora participou pela primeira vez do Bazar, na sexta-feira. E quando vendia suas banquetas, o cliente recebia não só uma peça linda de arte pra sua casa, mas abraço carinhoso e muita boa vibração. É claro que queria isso pra mim também, né? É mesmo o feminino do Amor!

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E olha qual banqueta veio parar aqui em casa? Uma Kokeshi linda! Pra aumentar minha coleção! Morri…poft…. Pera, morri não. Quando voltei, na hora do check in falei com a moça: ” Moça, isto é uma peça de arte de uma artista plástica, minha amiga e PRECISO que ela vá no meu colo” Aí a moça ficou toda ressabiada, cheia de onda. Qué qué esso fia, tá achando que titia é Bin Laden? Ok. Fui obrigada a aceitar que ela abrisse, revirasse tudo e olhasse. Daí soltou: ” Ahh, que legal”. Claaaaaaro que é legal, né, ninha? Ju amora é coisa phynna <3 Quem quiser ter uma dessas na sua casinha, é só acessar a página dela. Este mês, amora, generosa como sempre, inaugurou uma seção muito boa na página dela. É o “Achados da Ju” onde ela reúne alguns artistas, com criações diferenciados que entregam seus produtos pra todo o Brasil por meio da Ju. E eu num tô lá, genten? Mês que vem minhas pecinhas chegam pro “Achados” e já já quem se interessar, pode acessar. Que honra poder tá dentro deste projeto da Amora. Gratidão eterna a esta querida amiga.

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Ao lado, ao ladinho da Ju Amora tava outra Ju mais que querida, a pequenininha Ju Padilha. <3 Na verdade, quando parei na banquinha dela falei: “Ei menina, vaza daí, vai chamar tua mãe.” Hahaha mentchera! Mas é que a Ju é tão mimosa que parece uma menina mesmo. Quando a gente se viu a primeira vez, no início do ano, a impressão foi essa. E marido também a adorou, achou o jeito dela super da paz, tranquilo e é mesmo. A Ju tem um trabalho lindo com tiaras e presilhinhas em fitas de cetim, gorgurão e outras. Além de divinos LINDOS e corações mensageiros bem autênticos. Como historiadora, a fonte de ideias também tá no Brasil, no nosso povo, gostos, costumes, diferenças. Acho isso lindo. E o bacana é que ela gosta de experimentar, tentar novos materiais, como tecido para sofá, por exemplo. Ela também já passou por aqui, lembra? O que vale é criar e isso ela sabe fazer como ninguém! Se a apertei? Oxe, claro. Carinho assim não pode passar em branco.

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E o que voltou dela comigo além da amizade, carinho e sorrisos foram as mini amelies, peça que namoro há tempos e este divino que adoro mais que tudo! A Ju também oferece oficinas, então quem tá em Sampa, se joga, pois vale a pena. E cê pode acompanhar tudo dela, tanto pelo Insta @jupadilha, quanto pela Fanpage e ficar por dentro das datas. Ainda este mês vai ter uma que, se pudesse, já tava lá. Perde não, povo… ah se morasse perto. Beijo, Juju querida! Saudades também <3

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E ali ao lado da Ju, a querida Sinhana! Tu tá tendo noção que tava todo mundo junto misturado ali na hora? Eu fiquei baratinada, não sabia que apertava primeiro. A Ana Sinhana foi a primeira crafter de quem comprei na net. Quando comecei a costurar, a elegi como minha musa costureira inspiradora hahaha <3 Ai que ela fica tímida quando digo isso! Mas é verdade.

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Mas é sério, além das peças lindas e diferentes, a Ana faz umas combinações incríveis de tecido. Ah e claro que garanti uma Sianinha dela. Esta bolsinha que pode ser usada de diversas formas. Sou fã e não nego. Obrigada, Sinhana querida!

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Eu já tava meio zonza de tanta emoção. Minha bochecha doía de sorrir e meu rosto não sustentava mais o tamanho da minha boca e a quantidade de dentes. Mas aí encontro a Eglá e pronto.. Não apertei a bichinha, amassei a menina, sem vergonha! Quando vi uma moça alta, magra, toda phyna com cara de boneca, logo a reconheci! Conheci o trabalho dela procurando sobre bonecos na net e fiquei encantada com o Madame Trapo. É um trabalho completo pra mim, desde concepção, criação, fabricação de peças muito, mas muito criativas, lúdicas e autênticas. As peças linkam com literatura, história da arte, da moda, cinema, gastronomia, música, enfim, tudo. Desde que a conheci trocamos algumas ideias. Uma delas é sobre nosso nome, que amamos, Eu, Eveline e ela, Eglair. Mas como a gente passa perrengue por isso! Ó gódi! Já recebi a alcunha de Evelise, Emeline e a incrível Ewerlin! Tive de adotar Eva pra facilitar, porque até o Eve Mota virava Ed Mota quando saí de casa pra morar em outra cidade. E a Eglá é confundida com homem muitas vezes, tipo: :” Seu Eglair está?” Oooo gentchy! Nem é tão difícil assim, hein? Pega leva conóis! hahaha 😀  Além disso, a Eglá oferece oficinas também por SP. Então, aproveita você que mora em Sampa. Não deixa passar a chance de criar com esta pessoa tão querida. Um beijo, Eglá!

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E não parei de apertar gente querida por aí. Na sexta, depois que falei com as meninas na entrada do salão, perguntei logo pela Fran. Ela já apareceu aqui, lembra? Neste post conto sobre nosso encontro num almoço e como a Fran foi generosa e carinhosa me apresentando alguns lugares e histórias da Vila Madalena. Fran é dona da Francine Lacerda – Criações Têxteis e diga aí se ela não parece aquelas bonequinhas retrôs? Toda! O estilo das costuras da Fran é lindo e faz a mulher ficar com a cintura bem marcada e romântica. As saias midi por exemplo são de uma graciosidade tamanha. Os tecidos escolhidos a dedo, com estampas específicas que dão mais identidade ainda pra peça. Admiro demais o trabalho dela. Obrigada por mais um encontro, Fran querida! Saudades!

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Ainda encontrei (e anta, não fotografei, mas apertei) a muiiiiiito querida, Ma Stump, do Colacorelinha. Ma é uma figura super engraçada, rápida, inquieta e ria horrores com ela. Foi super bacana o encontro e as nossas conversas, conselhos e trocas de opiniões. A Ma foi uma das primeiras do Hora do Chá. Trocamos e-mails há tempos e ela sempre foi muito receptiva, simples, a empatia foi grande desde o início. Se já gostava da Ma, nosso encontro só fortaleceu este sentimento. Além disso, era aniversário da Ma, então depois do evento saímos pra brindar tudo isso ao mesmo tempo. Aliás, saímos foi bondade, paramos no primeiro boteco da rua e tomamos uma cerva baita gelada. Êê que delícia! Tim-tim a tudo de bom! Ma, foi ótimo poder te conhecer pessoalmente. Mais querida, impossível.

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O Bazar Ógente foi um banho de tudo que queria: de encontros, aprendizados e muito carinho. Fiz amigas queridas, fortaleci a relações com as mais antigas, aprendi, conheci e aproveitei o que pude. Obrigada a cada uma que fez da minha passagem por Sampa, mais que especial. Um cheiro, meninas!

E amanhã te trago quem de novo conheci. Por quem quase tive um treco quando vi os trabalhos. Tem tanta gente boa por aí nesse mundão… Ai que bom poder conhecer algumas delas. Até lá, genten!

Bjbj!