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28 set 2015

Ah se essa rua fosse em minha…

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Não consigo descrever muito bem Berlim, foi malzaê. É tão único, tão peculiar e tão bom, que você guarda por dentro, te mexe, de revira e você leva pra sempre. Berlim é arte que pulsa, livre, das ruas, aproveitando os mínimos espaços, o que sobrou deles e o novos que nascem. Berlim ressignifica, te dá um tapa na cara e mostra como você é egoísta e pequeno diante de tudo e se teu coração já é mole, amolece mais ainda. Transpira história, renascimentos, reconstruções e mantém um ar de alegria, simpatia, mistura, de comunhão. É profunda, conhecedora de si, forte… Enfim, Berlim tá no meu coração e desejo muito, muito, muito voltar lá.

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Mas fui levada a uma rua tão interessante quanto à cidade depois de virar leitora da Ligia Fascioni. Colorida, com cafés e bistrôs despojados, cheios de objetos e móveis reaproveitados, estilosos em meio a sua encantadora simplicidade. A rua é a OderbergerstraBe em Prenzlauerberg. Não tive a sorte de pegá-la Florida, mas mesmo assim é linda.

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Sacadas roxas e prédio amarelo clarinho.

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Luminária de potinhos reaproveitados nesta última foto <3

Ah esse letreiro, essas cadeiras, essas luzinhas… E soube que aí vende o um Waffle de babar.

2Há lojinhas e brechós também. E cada um encontra sua maneira interessante de expor e vender.

3Já no final de uma lado da rua, um dos restaurantes e Cafés Huftgold. Cheio de verde e colorido, a parada é obrigatória.

4Alguns móveis como os banquinhos, reaproveitados e pintados. A cor é quase igual ao do meu, lembra? Aí almofadas, tecidos harmonizam e fica tudo mais aconchegante. Flores, vasinhos coloridos…

5O atendimento é ótimo, gente simpática, cheia de sorriso que dá gosto voltar mais vezes. E o cardápio, só de lembrar, salivo. Mas cansei de babar nesse teclado, tá ficando feio já. Comemos um sanduíche de Bagel e um nhoque ao molho de manteira com groselha em fruta, combinação incrível! E o preço é muito bom.

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Vale passar por lá se você for nesta cidade incrível e inesquecível. Vale muito! Com a lembrança e imagens desse lugar fofo, te deixo meu beijo e meu desejo de uma ótima semana pra gente. Até amanhã!

Eva

11 set 2015

Paint Your Style…

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…é o nome deste ateliê, café e lojinha em Berlim. Se eu disser que esta cidade é incrível é redundância. Acho que nenhuma outra da Europa mexeu tanto comigo quanto ela até agora. Têm características que adoro. Não é almofadinha, transgride com conteúdo, sem clichês, é viva, é renascida, é histórica, simpática…enfim, ficaria aqui por três posts falando dela, sei lá… Não canso de agradecer à Deus por esta experiência e desejo a todos que um dia também passem.

Mas desde que vi o post da Ligia Fascioni no Catraca Livre guardei na memória este lugar e bati lá. A Ligia mora em Berlim e tem um blog maravilhoso que faz a gente morrer de saudade depois de passar por esta cidade única…ô saudade.. Fico tempos e tempos lendo o blog. Mas o lugar é mesmo massa, confirmei. É um café onde qualquer pessoa pode chegar e pintar a sua peça em porcelana.

O modelo de negócio é super interessante e bem comum na Europa. Recebe grupos menores, maiores,  pra festinhas de aniversário, outras comemorações e etc. A pessoa paga um valor correspondente à peça e material. Há as instrutoras pra te ajudar e tirar todas as dúvidas. Conversei com a Gisele, brasileira que vive lá e foi me contando como tudo funciona. Antes de tudo, lavar as mãos pra começar. Depois, escolhe a tinta, a peça e começa a pintar!

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São váários os modelos e muita coisa já pronta pra se inspirar. Aliás, o lugar todo é um amor.

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Depois de pronta, a pessoa põe o nome embaixo da sua peça, passa o no caixa e entrega às funcionárias que vão queimar a peça neste forno. O forno funciona em dias determinados e precisa de pelo menos 20 horas pra queimar as peças. Então, você só pega a sua peça depois.

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A Gisele me explicou que o lugar seria fechado pelo antigo proprietário, já que os custos são altos. Tintas e peças, em sua maioria, vem de fora da Alemanha. Mas um casal de jovens empreendedores conseguiu comprar o lugar e investir neste modelo de negócio tão criativo. No andar de cima, há o café. O espaço é uma delícia, agradável e em dias de chuva, fica cheio. A galera sai do trabalho e passa lá no fim de tarde pra tomar um chocolate e pintar. Só ou acompanhado, deve ser uma delícia <3

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A Gisele e a Alexandra.

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Há outras lojas Paint Your Style em Berlim, mas fui na de Kreuzberg, bairro pelo qual fiquei apaixonada. É conhecido com o bairro Turco, por conta dos moradores turcos que vieram trabalhar e ajudar a reconstruir Berlim pós II Guerra Mundial. Saindo da Paint Your Style, vale à pena passear na mesma rua, onde há inúmeras banquinhas com objetos turcos com preços de cair o queixo pra o padrão da Europa.

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E se for à Berlim com tempo, passa lá, vale muito à pena. A loja da Kreuzberg fica na esquina da Mehringdamm com  a Bergmannstraße (esse B, lê-se ss) número 73.

Beijo grande!

Eva

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02 jul 2015

Barcelona y sus historias!

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Como te contei no post sobre Madrid herdei a mania de painho de dar cores às cidades. Cada um com sua mania. As cores de Barcelona são várias, mas uma em especial escolhi para Barcelona: azul.

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É esse azul celeste forte e ainda se confunde com o mar mediterrâneo. Isso e muito mais deixa esta cidade…hum.. tô sem adjetivos pra ela, gente… Linda, redundante, mas é o que achei. Barcelona é a capital da Cataluña, comunidade autônoma do nordeste da Espanha. Lá se falam Catalão, Castelhano e Arianês, mas dá pra gente se comunicar com o portunhol de boa. Por uma série de fatores políticos, econômicos e sociais, por mais de uma vez, a Cataluña reivindica ser um estado independente da Espanha, mas até onde sei, ainda não conseguiu.

O nosso primeiro contato na verdade foi bem ruim e aí vai uma dica. Se vier do aeroporto de ônibus direto, a depender do terminal que você desembarque, o buzu vai parar na Praça España. Ao lado da parada do ônibus há uma escadaria onde homens, mais velhos e jovens ficam sentados. Bem arrumados, com camiseta, bermudinha da moda e tênis estiloso. CUIDADO. Eles são ladrões, ousados e sem nenhum respeito. Como ali na praça tem estação de metrô, o turista chega e pode ficar perdido olhando o quadro das linhas do metrô, enquanto isso, eles te cercam por trás e vão enfiando a mão nas bolsas e abrindo bagagens. Foi isso que vimos ao nosso lado com uma dupla de asiáticas. Que cá entre nós, vacilam horrores!!! Usam bolsas abertas, carteira no bolso, sacam dinheiro todo e por aí vai. Ainda tentei sinalizar pra menina, mas ela tava perdida olhando o mapa. Eles metiam a mão da bolsa dela com agressividade e tentaram disfarçar pra eu não avisá-la. Então, se liga gente, oxe! Para de pensar que Europa é terra da maravilha, porque aqui têm os mesmos problemas de qualquer outro lugar do mundo.

Tirando isso, tudo foi muito bom. O lugar é de uma beleza de arrepiar. Tem praia de um lado e serras verdes, mata fechada do outro. Achei-a agitada, mais viva que Madrid, mas mais cara. O primeiro lugar que pensamos em ir ao chegar em Barcelona foi o Parque Güel. Fica assim, dentro destas montanhas e caminhando, subindo e descendo as ladeiras, você vai topando com cenários surpreendentes.

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Eu vou resumir o que é o Parque Güel pra não enrolar muito: o parque foi criado entre 1900 e 1914 por Gaudí, arquiteto-escultor-gênio-surreal-de-maravilhoso depois do pedido do empresário Eusebi Güel. O Güel queria construir entre as encostas das montanhas, um conjunto habitacional pra galera que tinha muita grana, uma espécie de condomínio de luxo. Gaudí, junto com outros profissionais, começou o trabalho que quén quén quén… acabou sendo um fracasso. Diversas teorias dão conta que as famílias, inclusive o próprio Gaudí, não queriam viver presas junto com o Conde Güel, que não era flor que se cheirasse, ou acharam as formas de Gaudí saídas de conto de fadas, ou acharam a localidade longe e por aí vai. Nenhuma teoria até hoje foi confirmada, mas Güel logo cedo viu que o projeto foi fail e depois de vender o espaço para o governo de Barcelona, transformou o lugar em um parque público em 1926. Em 1984 virou Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

A gente começou indo pra parte de cima, subindo até chegar no calvário, ponto alto construído por Gaudí onde abrigaria uma capela e uma cruz. Hoje tem esse músico todo hypado fazendo um som massa e tooodo estiloso 😀

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Subindo mais, a gente encontra a Casa Trias, rodeada por verde como tudo no lugar. Conta a história que a localização era chamada de Montanha Pelada e que Gaudí, no processo de criação do Parque, plantou centenas de plantas de espécies diferentes. A vista é linda de lá de cima, as árvores são bem frondosas e fechadas em alguns pontos e o lugar fica ainda mais incrível. Há vários artistas que ficam em pontos estratégicos do parque fazendo um som. Neste ponto alto, uma dupla instrumental com guitarra suave e distorcida e um baixo faziam “Halo” cantada por Beyoncé com um versão de arrepiar e pra mim, audível. Pela primeira vez gostei da canção. É, não gosto da Beyoncé nem de uma cambada de divas pops, me julguem. Aí foi difícil segurar o zoião. Fugi pro canto, pra trás de uma moita, crente que ia borrar o zói discretamente quando ouvi um click!

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See your reilôu… Reilôu, see your reilôuu, reilôuu uu…

A caminhada vai seguindo pelos viadutos de pedras criados pelo mestre, por outras casas como a dele, pelos pavilhões e escadarias. Tudo cheio de formas, cores e texturas diferentes. As iconografias de Gaudí. O mosaico tão característico deste artista, se misturam com materiais como azulejos e calcário. Porcelana, louças, cerâmicas quebradas que ia pro lixo, foram trazidas de outros lugares e reaproveitadas. Tudo muito inovador pra época.

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Foi aí deste alto onde marido sentou a buzanfa, onde um inspirador dele tocou. Djavan e aquele violão maravilhoso dele gravaram uma série de vídeos aí da arena do Güel. Olha que delícia “Maçã”!

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O Parque Güel daria mais de um post só pra ele de tanto amor que garrei pelo bicho, mas deixa eu te mostrar um pouquinho mais de Barcelona. Outra construção que ainda não acabou, por sinal e originada pelo mestre Gaudí é o Templo Expiatório da Sagrada Família. Gente, eu não tenho palavras pra ela, não… Só dizer que é a igreja mais bonita, mais surpreendente que conheci na minha vida.

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E a gente acompanha um processo importante, fazendo parte da história da arte. É que a ela começou a ser construída em 1882 e ainda não foi concluída. Espera-se que isso vá acontecer até 2026. Começou no estilo neo-gótico, mas Gaudí foi mudando o projeto ao longo da sua construção.

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Quando começou este projeto, Gaudí se dedicou por inteiro. Dormia em uma cama miúda dentro do próprio ateliê, onde ele esculpiu muitas das partes, à mão, da igreja. O artista morreu atropelado enquanto o projeto da igreja seguia. Era um católico fervoroso e devoto e por essas e outras há um pedido de canonização dele. Gaudí deixou a obra desenhada, projetada em maquete e agora, um grupo de outros profissionais segue nesta missão, continuando o que o gênio pensou.

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Gaudí, na verdade, está espalhado por toda Barcelona, afirmando o poder da sua arte. A Casa Batlló foi um edifício reformado por ele a pedido de um empresário.

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Outro lugar que a gente não pode deixar de ir é o Mercado La Boqueria! Aliás, se tratando da Espanha, mercado municipal é lei <3

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Como faz calorrrr pra caramba, corremos pra Barceloneta, praia mais turística e cheia, mas muito agradável e limpa. Água azulzinha, cristalina e geladinha. Uma delícia!

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Parques, praças, largos assim como os de Madrid são sensacionais. O Parque de la Ciutadella é ótimo pra quando o sol cair e o clima ficar mais morno. Dá pra passear de barco em um lago raso, sentar pra tomar um sorvete e descansar depois de uma longa caminhada.

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Ah e dá pra tirar fotos incríveis, claro.

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Foto: Rogério Luiz.

E quem encontramos por aqui? Mais bbs!

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Ainda deu pra passear mais até a noitinha, antes da gente ir. Passamos pelo Arco, Praça Cataluña, Espanha e mais uma confirmação, assim como a encantadora Madrid: o céu de Barcelona também é mágico!

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Foto: Rogério Luiz.

Hasta pronto, España! Beijo, gentes!

 

01 jul 2015

Muy me encanta, Madrid!

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Já falei e te digo de novo, porque quando gosto eu sou repetitiva: moraria em Madrid. Por um tempo, confesso, não ia aguentar as glórias dadas às touradas. É a capital da Espanha, maior cidade do país. Mas achei o clima menos agitado que Barcelona, as pessoas, os preços e a comida, sem dúvida a minha preferida, me atraíram muito. Oooonde que encontrei até agora, uma “demi pinte” ou meio chopp por 0.90 de Eurrô? 😀 A comida segue a linha que gosto, peixes e frutos do mar, tudo sempre carregado com molhos cítricos, cheios de tomate e cebola…ain, babei no teclafjehfkjfkj. Já limpei. Então, por isso, a primeira foto que compartilho é dessa belezura aqui, um prato de Pinxto diretamente do Mercado de San Miguel. Plisss, gente de Deus, quem for à Madrid precisa passar por lá!

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Pinxto são essas fatias de pães com coberturas diferentes e fazem parte das tradicionais Tapas, refeições formadas por pequenos pratos. Além de comer no mercado, provamos Tapas ótimas no restaurante na Plaza Santa Ana, o ” Las 10 Tapas de Santa Ana”, incrível de bom e ainda tem o melhooooorr Mojito que tomei na vida. Êê diaxo! Além da comida preferida, Madrid é colorida, quente nos dois sentidos. E pra vivê-la melhor, escolhemos bater perna. Ficamos no Paseo del Prado, avenida da parte sul da cidade, em frente ao Museu do Prado muito bem localizados. Saímos na canela, passando por vários lugares, dentre eles, a Plaza Mayor. Há restaurantes e lojinhas ao redor dela e atrás, mais praças e outras ruazinhas charmosas por onde fomos entrando e nos perdendo. Uma delícia!

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9Madrid tem muita cor e nem preciso falar como adoro isso. Cores quentes pelos prédios. Um roxo ao lado de outro amarelo e árvores bem verdinhas em frente. Impossível não se encantar com os contrastes. A arte, nem preciso falar muito, aliás, preciso, fico nessa de “que não preciso falar” só pra ser dramaqueen, mas ô criatura que gosta de uma prosa. Eu. Então, a arte está por todos os lugares! Olha o alto relevo da porta da Catedral de la Almuneda. De ficar babando..

16E as propostas que me fascinam? A fachada desta escola de arte na calle del Leon que o diga. Toda feita com Cd’s velhos.

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Cor e arte manual? Temos! Olha a Violeteira toda hermosa…

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Ah, as estátuas em Madrid são umas surpresas gostosas. Sempre homenageando alguém, claro. Quando menos esperamos, topamos com uma!

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E falando em artes manuais, minha cheinte, eu com esse tamanho de zói que Deus me deu, botei logo a butuca nestas lojinhas e uma do centro, me chamou a atenção por reunir muita, mas muiiiiita coisa de que a gente gosta. São inúmeros materiais e ferramentas. Inúmeros! E com preços bem melhores que o de Paris. O que não é muito difícil, porque a danada da capital francesa é fueeda pro bolso. Aí tá, é a Chopo, fica no centro, na Plaza del Angel, nº 15. A foto ruim foi pelo celular, nhé :/

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Os parques, praças e largos são fantásticos. Passamos pelo Museu del Prado, Jardim Botânico (Com a expo do baiano Mário Cravo Neto, ebaa!) Praça des Cibeles, Templo de Debot, e por vários outros lugares. A minha dupla é a melhor companhia pra viagem, sem dúvida <3 Marido é divertido, disposto, gosta de bater perna e descobrir o tempo todo, não tem medo de se perder, é ágil, o que faz a viagem render mesmo que tenhamos 5 dias. Chegamos ao Parque del Retiro pra contemplar e descansar um pouco depois de muito sol no lombo. O parque é lindo, com árvores podadas em bolinhas! E aqui também há uma única espécie e mais antiga árvore da cidade, a Ahuehuet, um senhora milenar. Uma das partes mais lindas fica atrás e você pode ver mais fotos dessa viagem pelo meu Instagram, se quiser, blz?

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10Painho tem uma mania de dar cor às cidades por onde ele passa, sabe… E eu tinha essa hábito e guardava pra mim, sem saber que o velho Mota o tinha <3 A de Madrid foi escolhida rapidamente: vermelho-ocre. Só pra constar, a cor preferida de marido.

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Ah, e quando tá quentinho, quem sai pra passear? Os bbs!!

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Quando eu li que o céu de Madrid era um espetáculo, dei de ombros. Achei a maior viagem…ora, o céu é o mesmo, não? Paguei minha língua. O céu de Madrid realmente é mágico. Filtro? Qué qué esso?

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15Mais um passo neste espaço pra guardar na memória e no coração. Me sinto mesmo agraciada com a chance de conhecer lugares que sempre quis. E quando a coisa muda e você realiza, você muda também. Um beijo, gentes!

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30 jun 2015

Uma decor acolhedora em Madrid

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Ei, seus lyndros e lyndras! Tudo bem com vocês por aí?

Já se vão 5 meses dessa experiência mais que enriquecedora na Europa. Daqui a pouco completamos os 6 e voamos de volta pro nosso cantinho, que confesso, sinto muita falta. Nem muito, nem pouco tempo por aqui, mas o suficiente para fazer desta fase, uma das mais especiais e inesquecíveis. O blog tá em standby, só na maciota esperando eu voltar pra encher esse delicioso com muita, muita coisa legal que vem por aí! Mas antes de voltar, ainda tem muita coisa pra ver, conhecer e outras viagens pra fazer! Uma delas era pra Espanha. Passar por Madrid e Barcelona era uma grande vontade que agora foi matada. E te confesso outra coisa: moraria, moraria muiiito em Madrid!

Achei que ela é menos agitada que Barcelona e tão linda quanto, tão interessante quanto e ainda, mais barata que todos os lugares que passamos por aqui: França, Bélgica e Holanda. Não é só pela língua, pelo clima, mas Madrid realmente nos ganhou muito fácil. O que não é difícil, porque eu sou facinha, facinha 😀 Alugamos um studio fofo pelo Airbnb com uma moça de nome de flor e super simpática, a Begoña. Repara, se for alugar com ela, foi malzaê, mas deixei meu comentário de aprovação no Airbnb e acabou virando livro em mais de uma língua 😀

Mas xô deixar de rami rami e te mostrar! O Studio com um quarto-sala, cozinha, banheiro é no sexto andar e suuuper bem localizado, em um das principais avenidas de Madrid. É rústico, romântico e aconchegante. A mesa é uma antiga porta e os nossos velhos e queridos caixotes viraram um estante. Caixotes de vinho, neste caso.

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Além da madeira desgastada e clara nos móveis e piso, tecidos rústicos nas almofadas, cortinas e palha, cestos. Nas cores bege, palha, branco e cinza. Tudo afirmando uma ambientação mais natural.

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Os caixotes se espalham por todo o studio e também é mesa de cabeceira <3

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Parte de uma janela virou aparador pra TV.

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A cama é delicada, romântica e em ferro. Quebrou um pouco o rústico, mas não quebrou o clima.

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Isso ajuda e como uma viagem de primeira vez, hein? A gente fica tranquilo, seguro e mais entusiasmado e relaxado pra curtir a cidade. Segura aí que te mostro mais do que vi em Madrid e depois, Barcelona já já!

Um beijo!